Sinopse: Em uma manhã esquisita, Gabi tem a sensação de ser absorvida por algo insólito.
Ficha Técnica: Direção e roteiro – Nicolau; Produzido por Relatar-se – Nicolau, Emanuel Lavor, Cristian Lampert; 1ª Assistência de Direção – Lorena Figueiredo; 2ª Assistência de Direção – Joana Limongi;1ª Continuísta – Carol Resende; 2ª Continuísta – Raíssa Vilela; Produção de Elenco – Daniela Vasconcelos e Natalia Amaral; Preparação de Elenco – Daniela Vasconcelos; Consultoria de Roteiro – Elias Guerra; Piadas/Charadas – Lucas Daltro Pereira; Produção Executiva – Gustavo Fontele Dourado; Direção de Produção – Renan Montenegro; Produção de Set – Marina Oliver; Leticia Tavares; Motorista – Gilbertinho; Direção de Fotografia: Petrônio Neto; 1° Assistente de Câmera – Joanna Ramos; 2° Assistente de Câmera – Erica Oliveira; Gerenciadora de Mídias – Ana Luiza Menezes; Gaffer – Victor V2; Assistente de Elétrica e Maquinária – WD; Maquinista – Daniel Tio Nerd; Making of + Still – Matheus Itacaramby; Técnico de Som – Bernardo Coqueiro; Edição de Som e Trilha Sonora Original – Edu Canavezis; Composição Original Letrada – Alvaro Dutra; Direção de Arte – Jacqueline Pereira; Figurinista – Juliana Ramos e Joselany Ramos; Assistente de Figurino – Maria Lopes de Souza; Produção de Objetos – Isabella Rodrigues; Contrarregra de frente – Leozinho Rodrigues; Contrarregra de set – Guilherme Reis de Souza; Ajudante de Montagem – Gustavo Medina – Maquiagem – Lanusa; Assistente de Montagem – Kika; Montagem – Nicolau; Consultoria de Montagem – Elias Guerra; Finalização e Cor – Petrônio Neto; Legendas Inglês – Sylvia Daltro; Legendas Francês – Julia Schirmer; Legendas Espanhol – Emanuel Lavor; Acessibilidade Audiovisual – Relatar-se; Equipe Relatar-se: Bárbara Cabral, Cristian Lampert, Emanuel Lavor, Jenniffer Castro, Marcelo Tobias e Marisa Peixoto; Elenco – Érika Beatriz (Gabi); Zahel (Pedro); Nathalie Amaral (Mãe); Rodrigo Issa (Professor Entediante); João Pedro ‘Chara’ (Bedel); Daniela Vasconcelos (Professora); Jasmine (Bebê Aterrorizante); Bruce Wayne; Dudu Colen (Morcegos); Figuração – Ana Caroline Maia, Anna Mel, Davi Werner, Emily, Gabriela, Guilherme, Heitor, Letícia Parise, Rafael e Thierry.
Bio da direção: Nicolau é professor de cinema, fotógrafo analógico e escritor. Publicou os livros “Som de Água Corrente” e “Anatomia da Autoria” e dirigiu os filmes “Como Largar de Palhaçada”, “Paredes Clandestinas” e “Descamar”. É sócio e produtor da Relatar-se.
Sinopse: Flávia embarca junto com seu pai, Antônio, em uma jornada íntima de investigação sobre suas raízes, após uma revelação que altera sua árvore genealógica. Entre documentos, fotos e memórias estilhaçadas, o curta atravessa temas como apagamentos, paternidade, identidade racial e pertencimento. A partir da história de pai e filha, o filme toca em questões profundas sobre como nos reconhecemos e somos reconhecidos.
Ficha Técnica: Produção – Mulungu Realizações Culturais; Argumento – Flávia Santana; Roteiro – Flávia Santana e Nin la Croix; Direção – Flávia Santana; Produção Executiva – Flávia Santana; Direção de Fotografia – Hury Ahmadi; Operação de Câmera – Hury Ahmadi e Nin la Croix; Assistência de Direção – Nin la Croix; Direção de Som – Italo Oliveira; Captação de Som – Italo Oliveira e Victor Brasileiro; Montagem e Coordenação de Pós – Nin la Croix; Trilha Sonora – Italo Oliveira; Edição de Som e Mixagem – Victor Brasileiro; Finalização de Cor – Nin la Croix; Distribuidora – Mulungu Realizações Culturais e Pique Filmes – Identidade Visual e Design Gráfico – Alyssa Volpini; Motorista – Edson Nascimento; Distribuição – Mulungu e Pique Filmes;
Bio da direção: Flávia Santana é Grantee do Sundance Institute Documentary Film Program e é EFM Toolbox Alumni. Atualmente, é diretora executiva da Mulungu Realizações Culturais, empresa dedicada a projetos de impacto sociocultural, com especial interesse em narrativas autorais de mulheres, pessoas negras e LGBTQIA+. Trabalhou na produção de mais de 20 curtas-metragens, e assina a produção executiva de 03 longas e 02 obras seriadas. É produtora executiva do longa de ficção “RECEBA!”, de Pedro Perazzo e Rodrigo Luna (Melhor Filme pelo Júri Popular no Panorama Internacional Coisa de Cinema), e dos longas documentais, “MENARCA”, de Lara Carvalho; e “CAIS”, de Safira Moreira (Melhor Filme pelo Júri Oficial, Popular e Crítica no Olhar de Cinema). Também assina a produção de executiva do longa “Mulheres Negras em Rotas de Liberdade”, de Urânia Munzanzu, com gravações no Brasil, Benim, Nigéria e Senegal, em etapa de produção. “Talvez Meu Pai Seja Negro” é seu curta de estreia na direção de documentários.
Sinopse: Um encontro em homenagem ao sagrado e aos saberes ancestrais, “Sobre Plantas, Mãos e Fé” traz uma equipe formada pela família do Ilé Axé Alarokê construindo um registro carinhoso sobre a tradição das benzedeiras de São Cristóvão (SE). Entre a linguagem poética e entrevistas, o filme transborda afeto, fé e respeito pelo sagrado. Um encontro entre pessoas que acreditam no poder de cura das plantas e da natureza.
Ficha Técnica: Direção e Roteiro – Danielle Azevedo e Gabriela Alcântara; Produção e Direção de Arte – Rita Avela; Produção Executiva – Lucas Cachalote; Direção de Fotografia e operador de Câmera – Deloer Américo Júnior; Operadora de Câmera \\A2 – Dayane Dantas; Assistente de Câmera – Alícia Mendes; Maquinária – Valdeliz Muniz Filho; Técnico de captação de som – Lucas Menezes; Edição, color e finalização – Lu Silva; Finalização de áudio – Léo Airplane; Elenco – Michelle Pereira e Taynara Alessandra; Coreografia – Michelle Pereira.
Bio da direção: Gabriela Alcântara é uma realizadora audiovisual recifense, que trabalha com cinema desde 2011. Além de diretora e roteirista, atua com assistência de direção, curadoria e formações em cinema. Foi professora dos cursos de Cinema e Audiovisual da UNIAESO e da Universidade Federal de Sergipe. É sócia-fundadora da Ojú Obá Filmes, por onde lançou dois curtas, os premiados “Quando Chegar a Noite, Pise Devagar” (2021) e “Severina” (2021). Integra o Mulheres no Audiovisual de Pernambuco (MAPE). Abiã no Alarokê (SE), é Diretora Criativa e Coordenadora de Curadoria da Ojú – Mostra Audiovisual Olhares de Terreiro (2024).
Danielle Azevedo é mestre em Comunicação Social pela Universidade de Brasília e graduada em jornalismo pela Universidade Federal de Sergipe. No campo do audiovisual, trabalha com direção de documentários, roteiro e produção executiva, além de desenvolver projetos de valorização da cultura e economia criativa dos povos de terreiro. Iyaegbé do Ilê Axé Alarokê. Diretora artística e de produção da Ojú – Mostra Audiovisual Olhares de Terreiro (2024).
Sinopse: Zoya e sua mãe vivem em uma casa simples na roça. Após a recente perda de Muriel, a mãe se afasta emocionalmente, imersa em suas preocupações, enquanto Zoya lida com o luto de forma curiosa, buscando entender os mistérios que envolvem a morte. Em meio à dor silenciosa, as duas percorrem caminhos distintos para lidar com a perda e a falta de respostas.
Ficha Técnica: Direção – Larissa Dardania; Roteiro – Larissa Dardania; Assistente Direção: Nicole Kate; Produção e preparação de Elenco – Rubia Bernardes; Elenco – Sophia Souza (Zoya), Tatiane Breve (Ester), Marta Helena (Lázara), Dubi (Muriel), Lara (Estrelinha); Produção Executiva – Natania Borges; Produção – Larissa Dardania e Rose Martins; Assistente de Produção – Karita Darc; Direção de Fotografia – Tatiane Ursulino; Operação de Câmera – Tatiane Ursulino; 1° Assistente de Câmera – Olivia Franco; 2° Assistente de Câmera – Thaneressa Lima; Eletricista Chefe – Matheus Rufino; 1° Assistente de Elétrica e Maquinário – João Adolfo; Logger – Victor Barão e Olívia Franco; Som Direto – Nemmer; Direção de Arte – Larissa Dardania; Assistente Direção de Arte – Nicole Kate; Assistente Produção de Arte – Vinícius Ruan; Cenografia – Ernane Fernandez; Contra Regra – Elias Domonte; Figurino – Thata Oliveira; Maquiagem – Abster Liberato; Artista Visual Máscara e Pássaro – Thaísea Mazza; Fotografia Still e Making-off – F.Vianna; Adestradora – Pâmela Vitorino; Carro de Elenco – Vinicius Ruan; Carro de Produção – Lucas Moreira; Van Equipe e Equipamentos – Leonel; Catering – Xuxu Rocha; Montagem e Finalização – Natália Farias; Colorização – Camila Tuon; Design de Som – Andrea Martins; Música Original – Natania Borges e Ana Clara; Mix e Master Música Original – Kátia Dotto; Acessibilidade – AD em todos os cantos; Transcrição legenda inglês – Gabriela Luz; Designer Poster – Renata Dorea; Assessoria de Comunicação – Raissa Dantas; Marketing Digital –
Bio da direção: Larissa Dardania é cineasta mineira de 29 anos, atuante no audiovisual desde 2018. Atua com destaque nos departamentos de direção e arte, especialmente em projetos independentes, com foco em temas sociais, culturais e identitários, e em narrativas que dialogam com a realidade brasileira. Seu trabalho busca ampliar vozes e experiências historicamente marginalizadas, contribuindo para uma linguagem audiovisual sensível, acessível e inovadora. Larissa constrói sua trajetória como uma realizadora comprometida com um cinema brasileiro mais inclusivo, potente e autoral.
Sinopse: Em um dia qualquer, Preta falece enquanto regava o seu jardim no quintal. No outro canto da cidade sua neta se desloca ao seu encontro para tomar um café. Presente e passado se fundem na memória de ambas nos permitindo conhecer cada pedaço de história da matriarca que acabou de fazer sua passagem, abrindo caminho para quem ficou ressignificar e seguir mais forte no agora.
Ficha Técnica: Direção – Carol AÓ; Roteiro: Carol AÓ; Produção Executiva – Bartolomeu Luiz, Carol AÓ e Emanuela Moura; Direção de Produção – Daniella Silva; Produção – Bartolomeu Luiz e Emanuela Moura; Direção de Fotografia – Flávio Rebouças; Direção de Arte – Letícia Campos; Montagem – Natália Farias; Figurino – Teresa Abreu; Maquiagem – Havata Serena; Som Direto – Ana Luiza Peña; Design de Som – C-AFROBRASIL – Mixagem de Som: Equipe Janga; Trilha Sonora – C-AFROBRASIL; Pós-Produção – Maria Luiza Tutu Mesquita, Danielle Belo e Caio Antônio; Elenco: Jamile Cazumbá, Inês Mendes, Clara Paixão, Heraldo de Deus, Eloah Silva, Lis Dória e Dandara Baldez; Gerente de Festivais – Arapuá Filmes; Produtoras Associadas – Pródigo Filmes e Sinny Comunicação; Companhia Produtora – Arruda Filmes.
Bio da direção: Nos sets desde 2009, Carol AÓ é realizadora audiovisual nascida em Salvador, desde 2014 reside em São Paulo, exercendo funções na direção e no roteiro em cinema, além de trabalhar como script supervisor, diretora assistente e consultora de roteiro em produções da Netflix, Amazon, Star+, HBO etc. Dirigiu alguns documentários em Salvador e participou de projetos como “A Vida Invisível” de Karim Ainouz; “Doutor Gama” e “M8” de Jeferson De e o inédito “O outro lado do céu” de Gabriel Mascaro. No “Cidade Invisível” – 1 e 2 temporada, sua parceria com o diretor Luis Carone (que se iniciou durante a série “Pico da Neblina”) lhe deu espaço para se inserir na direção com escuta ativa tendo colaborado na construção de cenas durante a série. Além desses projetos, Carol AÓ colaborou nos “Turma da Mônica – Lições”, “O Caseiro”, “Irmã Dulce”, “Felizes para sempre?” entre outros. Em 2024 lança sua primeira ficção, “O céu não sabe meu nome”, cujo roteiro foi premiado no LAB Negras Narrativas APAN/AMAZON 2020, no Concurso Novos Roteiros Originais da OEI em 2020, no LAB Griot 2020 e foi contemplado com edital de curtas-metragem em 2º lugar no PROAC 2020 do estado de São Paulo. Atualmente, é diretora de cena em publicidade na Pródigo Filmes.
Sinopse: Cinco amigas são detidas após uma briga em praça pública motivada por uma traição. Na delegacia, durante os depoimentos, segredos vêm à tona, revelando verdades inesperadas.
Ficha Técnica: Direção e Roteiro – Agarb Braga; Assistente de Direção – Isma Antunes; Continuísta – Gabriel Jacob; Produção Executiva – Maurício Moraes; Coordenação de Produção – João Luciano; Assistente de Produção – Juliana Silva; Assistente de Produção – Suelen Nino; Preparação de Elenco – Anna Clara Andrade; Direção de Fotografia – Tarcísio Gabriel; Assistente de Fotografia – Crystian Jatene; Making Of – Christian Araujo; Maquinista – Miguel Conte; Maquinista – Ângelo Conte; Direção de Arte – Beatriz de Oliveira; Direção de Arte – Ana Julia Antunes; Assistente de Arte – Bia Sena; Figurino – Ketlen Suzy; Assistente de Figurino – Adriana de Paula; Maquiagem – Vitória Tabanã; Maquiagem – Bruno Ferreira; Técnico de Som – Marcos Adles; Assistente de Som – Denise Ramos; Edição – Agarb Braga; Desenho de Som – Lua Nepomuceno; Colorização – Lucas Blanco; Design Gráfico – Sarah Prazeres; Libras – Emily Cassandra; Trilha Sonora: Americana – Mestre Solano, Três Marias – Íris da Selva, Gostoso – Raidol, Black Roses – Pnk Sbbth, Cobra – Agarby ft Laiana do Socorro, Mana – Agarby ft Laiana do Socorro; Elenco: Americana – Leona Vingativa, Josefina – Aria Nunes, Cassiane – Laiana do Socorro, Pisciana – Victor Henrique Oliver, Ariel – Agarb Braga, Investigador – Mac Silva, Belo – Juan de Moraes.
Bio da direção: Agarb Braga, também conhecida como Agarby, é uma artista trans não binárie paraense que transita entre o audiovisual, a literatura e a música. Em sua trajetória, assina direção, roteiro e edição de suas obras, construindo narrativas de intensa carga sensível e poética. Entre seus trabalhos mais recentes, destacam-se o curta Americana (2025) e o videoclipe de Mana (2025), além dos curtas Dorso (2020), Opus I (2017), Dois, Três, Zero (2017), I Loathe You (2016), e o documentário Amor (2015).
Sinopse: Um documentário poético onde pessoas identificadas com a cultura “sapa-queer”, passam um dia se experimentando como drag kings em um bar no bairro de Santa Teresa, Rio de Janeiro.
Ficha Técnica: Direção e Roteiro – Juliana Pamplona; Assistente de Direção: Mayara Voltolini; Produção: Fernanda Avellar, Juliana Pamplona, Marina Gadelha, Mayara Voltolini; Produção Executiva: Fernanda Avellar e Marina Gadelha; Performers – Kings: Ana Paula Novellino – Gegê; Camila Marins – Zé do Brejo; Eli Nunes – Lili Bertas; GANA – Maladeza; Hinácio Francine – Hinácio Kuing; Karla Ribeiro – Prince Jorge; Laura Addor – King Lau; Lu Ordman – Star Boy; Lygia Santos – Lijão; Maria Fernanda Batalha – Felipinho Horse; Puri Matsumoto – Vivente Van Goth; Rachel Simão – Marco Al Sapone; Rafé Ferreira – Rafaello; Renat Ferrer – Lucca von Füder; Diretora de Fotografia – Andrea Capella; Diretora de Arte: Thainá Iná; Técnica de Som Direto – Marina D’Avila; Canção original: Lygia Santos; Montagem – Vinícius Nascimento; Assistente de Montagem – Racquel Fontenele; Colorista – Lupércio Bogéa; Mixagem – Ricardo Bento; Câmera 1 – Andrea Capella; Câmera 2 – Paula Monte; Câmera 3 – Clarisse Zarvos; Logger – caim p; Assistente Técnica de Áudio – Juliana Marron; Microfonista – Marcelle Lacerda; Assistente de Arte – Bea Paiva; Cenotécnica – Ana Clara Vendramini; Montagem de Luz – Thayssa Carvalho; Gaffer – Brisa Lima; Arte Gráfica e Lettering – Andréia Resende; Ilustração – Be Paiva; Fotografia Still – Nando Donato.
Bio da direção: Juliana Pamplona (1979) é uma artista-pesquisadora brasileira interessada em trabalhos experimentais híbridos, com ênfase em teatro, cinema e performance. Foi pesquisadora visitante na NYU (Departamento de Estudos da Performance) em 2012, enquanto pesquisava para sua tese “Transtornos dramatúrgicos: Temas-procedimentos nas peças de Sarah Kane”. Foi assistente da diretora queer, performer e artista visual nova-iorquina Barbara Hammer, produzindo e pesquisando para o longa-metragem Welcome to This House (2014) e foi curadora da Mostra “Barbara Hammer – um cinema experimental lésbico” (2017, Rio de Janeiro – Brasil). Atualmente ministra os seguintes cursos na Faculdade Cesgranrio do Rio de Janeiro (Brasil): Teatro Contemporâneo, História do Teatro Moderno e Dramaturgia Contemporânea. Seu trabalho mais recente é o curta-metragem “Kings” (2024), um documentário poético que acompanha um grupo identificado com a cultura sapa-cuir, que passa um dia experimentando como drag kings.
Sinopse: Pedagogias Da Navalha é um documentário de linguagem híbrida partindo do conceito “Oferenda fílmica” que é uma pesquisa realizada por Milena Manfredini e tem o seu roteiro assentado na poesia e na oralidade para realizar um ritual de ebó não linear para fortalecer a história ancestral da identidade e entidade travesti removendo os seus estigmas, traumas e marginalizações.
Ficha Técnica: Roteiro – Colle Christine, Alma Flora e Tiana Santos; Narração e Poesia – Alma Flora; Direção: Alma Flora, Colle Christine e Tiana Santos; 1 Assistente de Direção – Lorena Golarte; Casting e Preparação de Elenco – Colle Christine, Alma Flora, Michele Pereira; Elenco: Lua Arruzzo Pessanha, Maria Ombá Yîàrá e Katiaa Deusa; Diretora de Produção: Colle Christine; Produção – TRAVAMOLOTOV; Produtoras executivas: Colle Christine, Alma Flora e Tiana Santos; 1 Assistente: Lorena Golarte; Platô – Úrsula Maria; Diretoras de Arte – Alma Flora, Colle Christine e Larissa Oliveira; Assistente de Direção de Arte – Yasmim Guastini, Antônia Rodriguês e Michele Pereira; Cenografia – Beatriz Tomaz e Maria Clara; Assistente de Cenografia – Úrsula Maria e Michele Pereira; Figurino/Adereços – Samara Mendes, Larissa Oliveira, Colle Christine, Alma Flora e Michele Pereira; Maquiagem – Alma Flora e Samara Mendes; Diretora de Fotografia – Tiana Santos; Operadora de Câmera – Yasmim Guastini; 1ª assistente de Foto – Georgia Costa, 2ª assistente de foto – Maiara Oliveira; Gerente de Mídia Audiovisual (GMA): Michele Pereira; Iluminação – Amanda Barroso e Mallu Oliveira; Maquinária – Amanda Barroso; Diretora de Som/Microfonista – Juliana Cofe; Assistente de Som – Ariane; Montagem – Beatriz Tomaz e Juliana Cofe; Edição – Beatriz Tomaz e Juliana Cofe; Continuísta – Larissa Oliveira; Mixagem/Trilha – Juliana Cofe; Colorista – Mallu Oliveira e Úrsula Maria; Transcrição/Legendagem – Yasmim Guastini; Still – Mallu Oliveira, Caio Rodrigo e Rai do Vale; Consultoria Religiosa – Sacerdotisa de Candomblé Angola-Kongo, Kayalumuenu. Apoio: Roh Pereira de Macedo – Figurino, Onde Vai Brotas – Acessórios, Giuliano Lucas / Ventana Fotografia e Cinema – Equipamentos, Júlia Mayer – Mayercrafts.
Bio da direção: Colle Christine é Antropóloga, Documentarista, Pesquisadora, Multiartista e Produtora Cultural. residente no Rio de Janeiro, atua em múltiplas formas de expressão, como fotografia, vídeo performance, poesia, escrita e rituais.
Tiana, 29 anos, é cineasta, fotógrafa e diretora de fotografia, travesti e nordestina. Com formação em cinema documentário pelo Cinema Nosso. Além de sua experiência como
assistente de projetos audiovisuais e educadora em iniciativas voltadas para crianças, Tiana já atuou em alguns trabalhos, trazendo uma abordagem sensível e única para suas produções e trabalhos para o campo visual.
Alma Flora é uma travesti carioca que sempre teve uma relação íntima e terapêutica com a escrita antes de se encontrar no audiovisual, área que conseguiu abarcar os seus anseios criativos. Realizadora audiovisual, diretora de arte, fotógrafa, roteirista, escritora e atualmente elaborando projetos de performances ritualísticas tendo a poesia e a oralidade como um norte criativo.
Sinopse: Marcada pelo assassinato da mãe, Benedita cresce determinada a continuar sua luta, e a transformar a dor em vingança.
Ficha Técnica: Distribuição – Tarrafa Produtora; Roteiro e Direção – Juliana Segóvia; Produção Executiva – Carolina Barros; Assistente de Produção Executiva – Isabela Betina; Direção de Produção – Raylla Borges; Direção de Fotografia – Kelven Queiroz; Assistente de Direção – Paula Dias, Emília Top’Tiro; Preparação de Elenco: Éverton Britto; Assistente de Produção – Larissa Sossai e Heidi Nogueira; Pesquisa de Locação – Paula Dias; Produção de Elenco – Benone Moraes; Platôs – Ryan Carmo, Karyne Camargo; Montagem – Pedro Brites; Assistente de Câmera – Tammy Otomura, Sophia Cardoso; Vídeo Assit – Alan Caetano; Drone – Mário Silvestrini; Continuísta – Pollyana Rodrigues e Wuldson Marcelo; Direção de Arte – Manoel Vieira; Assistente de Arte – Laís Wrzesinski, Iara Rezende; Figurinista – Priscila Cardelichio; Assistente de Figurino – Janfherm Anddres; Maquiagem – Alison Rangel; Assistente de Maquiagem: Raquel Netto; Técnico de Som Direto – Augusto Krebs; Assistente de Som Direto – Débora Veiga; Microfonista – Karola Nunes; Mixagem e Desenho de Som – Augusto Krebs; Foley – Mariana Destro Marioto, Augusto Krebs; Maquinista – Edson Jesus Costa; Assistente de Maquinista – Elisvanilton Silva dos Santos e Wirton Santos; Elétrica – Éder Caio; Assistente de Elétrica – André Lana; Motorista – Alexandre da Silva, Weber da Silva; Direção de Trilha e Composição – Augusto Krebs; Músicos – Yndira G Villarroel, Mathias Santos, Thiago Ribeiro, Diego Lopes, Adonys Aguiar, Virgilio Ribeiro, Bruno Avoglia, Augusto Krebs; Masterização de Trilha, Mixagem e Desenho de Som – Augusto Krebs; Foley – Mariana Destro Marioto e Augusto Krebs; Música dos Créditos: Viruix Feat Evylin e Urias – Foice, Facão E Peixera; Fotos De Arquivo Região De Manso – Enoc Marques; Foto Tuíra Kayapó – Paulo Roberto Jares Martins; Colorista – Marcelo Sant’Anna; Identidade Visual – Darwin Marinho Art; Still e Making Of – Julia Muxfeldt; Catering – Dona Ana e Thais Barboza; Elenco: Sara Nawy (Benedita adulta), Camila Pinho (Apoena), Elisana Bueno (Tereza), Ana Flávia Damasceno (Benedita criança), Mariah França Jurema (Adolescente), Jucelina Ferreira Jurema (Adulta), Jota Rodrigues (Arthur Paes), Hudson Ferreira (Funcionário Da Sudenergi); Elenco de apoio: Benedita Silveira (Dona Bibica), Marielza (Dona Nhanha), Luan Melo (Ailton – aluno), Benone Lopes (Motoqueiro 1), Éverton Britto (Motoqueiro 2), Edson De Jesus (Motoqueiro 3), Lupita Amorim (Mulher com facão 1), Jessy Kido (Mulher com facão 2), Paloma Damasceno (mulher com facão 3); Figuração: Cristiane Moraes Nascimento, Lucinete Nunes, Natacha Aparecida, Osvaldino Lima, Ana Carolina Pedroso, Henriqueta Do Carmo, Maria Elenir Machado, Fabiano Lopes, Maria José Alves, Jaqueline Pedroso De Lima, Nara Julia Lima, Gerson Alves, Jackelinne Carvalho, Ricardo Pedroso Da Silva, Cássia Clara, Josélia Pedroso Miranda, Amelia Antônia Pedroso, João Pereira, Emilly Da Silva, Victor Hugo, Kaua Felipe, Marizete Almeida, Wener Gabriel, Kauan Felipe, Marcela Pedroso, José Carlos Dos Santos, Maria Felipo, Dina Mendes, Adenir Silva, Bianca Regis, Rogério Cardoso, Mário Sousa, Vitorino Caldas, Antônio Vieira, Manoel Matos, Rejane Pereira, João Nunes, Márcia Silva, Claudiane Sousa, Natália Maciel.
Bio da direção: Juliana Segóvia é cuiabana, cineasta, arte educadora, graduada em comunicação e mestre em Estudos de Cultura Contemporânea pela UFMT. Atua há 10 anos no audiovisual. É uma das integrantes fundadoras e atuantes do Aquilombamento Audiovisual Quariterê. Realizadora do audiovisual e proprietária da Moiré Filmes, atende o segmento artístico/cultural da cidade de Cuiabá.
Sinopse: “Amor é um rio de águas escuras” é um caminho percorrido por pessoas negras de diferentes idades, crenças, locais, em busca de vivenciar o amor. Essa narrativa aborda questões que confluem no sentir do cotidiano de dois jovens negros: Jazz e Omar. O rio de afetos negros é profundo, múltiplo e capaz de acolher uma comunidade inteira. Um mergulho profundo em águas escuras, que entre o mistério e o risco ainda sim é capaz de nos provar que estamos vivos!
Ficha Técnica: Direção, Roteiro, Fotografia – Aziza Eduarda; Produção – Amanda Maciel; Assistente de Produção – Clarisse Ribeiro, Linde Evangelista, Nico Elay e Pedro Henrique dos Santos; Fotografia Still – Ysabella Lyra; Captação de Drone – Bárbara Junqueira; Design – Raique Nic; Colorgrading – Carlos Henrique Roscoe; Figurino – Larioh; Assistência de Figurino – Roberta Curcio; Hairstylist – Ibejis; Intérprete de libras: Daiane Prudencini; Trilha Sonora – Imane Rane; Participação Especial – Tinguê; Editor de Áudio: Raul Dias; Audiodescrição: RaH BXD; Elenco: Cicero Cristo como Jazz, Thales Barbosa como Omar; Amanda Oliveira, Babalorixá Ricardo de Oyá, Francisco Oliveira, Bruna Paula Martins, Oruam de Paula Martins, Carolina Oliveira, Italo Procopio, Iúna Ferreira, Irmandade os Ciriacos, Larioh Linde O Artista, Miss Black, Nico Elay, Vanderleia Reis, Rhaiane do Rosário, Megan Gabriele, Clarisse Ribeiro, Clarelis Ribeiro, Vanessa Profeta, Silva Pinto – Sociedade de Advogadas.
Bio da direção: Natural de Contagem, região metropolitana de BH, Minas Gerais. Aziza Eduarda é uma artista plural: fotógrafa, diretora e cineasta ,pintora, colagista, graffieira, escultora. Desenvolveu ao longo dos 11 anos de carreira um trabalho visionário e autêntico. Seu principal foco é o registro afetivo do povo negro. Mais do que um registro, a artista acredita na arte enquanto forma de retomada de poder, poder sobre a própria imagem, a própria história e porta para construção de futuros.