Sinopse: Duas mulheres, envolvidas em questões existenciais, buscam respostas sobre a melhor maneira de viver.
Ficha Técnica: Direção – Yoya Wursch ; Roteiro – Yoya Wursch; Produção – Ilma Fontes; Edição – César Macieira; Elenco: Ilma Fontes e Yoya Wursch.
Bio da Direção: Yoya Wursch é roteirista de filmes como Bete Balanço e Lua de Cristal, além de autora de telenovelas brasileiras e peças de teatro.
Sinopse: Uma carta. Encontros e desencontros. O quanto é possível mudar o curso da própria vida?
Ficha Técnica: Roteiro e Direção – Julia Marques; Assistente de Direção – Laisa Galdina; Preparação de elenco e maquiagem – Diane Velôso; Produção – Isabela Mattiazzo; Produção executiva – Nah Donato; Platô – Matheus Arruda; Direção de Fotografia – Luiz Garcia Jr.; Câmera – Aragão Santos; Assistente de Fotografia – Bruno Monteiro; Eletricista – Fabio Paixão; Eletricista – Zezinho; Direção de Arte e Figurino – Andresson Dias; Edição de Som e Trilha Sonora Original – Leo Airplane; Captação e Direção de Som – Patrick Tor4.
Bio da Direção: Julia Fernandes Marques é bolseira de doutoramento da Fundação para a Ciência e Tecnologia (2023.01510.BD) com o projeto de tese de título “Desde Aquele Dia em que Deixei de ser Tua: O Roteiro Cinematográfico de Autorrepresentação como cuidado de si” (2023-2026). Doutoranda em Media Artes na Universidade da Beira Interior (Portugal). Membro colaboradora do IA*, Unidade de Investigação em Artes da Faculdade de Artes e Letras da UBI/Portugal. Bolseira de investigação (2021-2023) e membro do projeto “Speculum: Filmar-se e Ver-se ao Espelho: O uso da escrita de si por documentaristas de língua portuguesa” (FCT). Professora Substituta no curso de Publicidade e Propaganda da Universidade Federal de Sergipe (UFS/Brasil) (2018-2020). Mestre em Cinema e Narrativas Sociais pelo Programa de Pós-graduação interdisciplinar da Universidade Federal de Sergipe (UFS). Formada em Cinema e Vídeo pela Faculdade de Artes do Paraná (CINETVPR), Universidade Estadual do Paraná (Unespar/Brasil). Realizadora, roteirista, diretora, fotógrafa e montadora. Júri de festival de cinema, palestrante, organizadora de livros, parecerista e autora de artigos científicos e capítulos de livros publicados.
Super Frente, Super-8 (Moema Pascoini, 2015, SE, Doc., Livre) – 21:00
Sinopse: Um passado nostálgico e o presente ativo. Super Frente, Super-8 é um documentário que aborda a formação do movimento superoitista em Aracaju, Sergipe. O filme mescla os dois tempos ao propor a movimentação dessa história. Os realizadores são convidados a voltar a filmar, assumindo a proposta de fazer do documentário uma criação coletiva e amadora. O super-8, super-vivo.
Ficha Técnica: Direção – Moema Pascoini; Direção de Fotografia – Moema Pascoini e Pedro Andrade; Som – Rafael Travassos; Montagem – Paulo Sano; Produção – Nah Donato.
Bio da Direção: Moema Pascoini é Doutora em Artes, dentro da linha de cinema da Escola de Belas Artes da UFMG, mestre em Imagem e Som (PPGIS) pela UFSCar e especialista em Preservação e Restauro Audiovisual pela DIPRA (Argentina). Possui graduação em Jornalismo pela UFS e é formada em Direção de Fotografia e em Documentário pelo Centro de Formação Profissional do Sindicato da Indústria Cinematográfica Argentina (C.F.P del SICA). Atua como Diretora de Fotografia e Diretora no cinema e na televisão, tendo acumulado prêmios em festivais nacionais e internacionais. Foi professora substituta do curso de Cinema e Audiovisual da UFS e tem atuado ministrando cursos livres relacionados ao cinema e à fotografia desde 2010. Em 2018 recebeu da Assembleia Legislativa de Sergipe, em virtude do seu trabalho intelectual e social em defesa da cultura sergipana, a Comenda Cultural Maria Beatriz Nascimento. Desde 2012 desenvolve pesquisas acadêmicas voltadas para temas como a historiografia do cinema sergipano e o cinema superoitista brasileiro. Em 2019 iniciou o projeto Cinemaquina, focado na democratização à digitalização e acesso de filmes realizados em super-8, e em 2025 fundou o coletivo de preservação audiovisual Arcazul, juntamente com Lu Silva e Nah Donato, e – através dele – têm desenvolvido inúmeros projetos para a preservação do patrimônio audiovisual sergipano. Foi a homenageada do 4º Festival Internacional de Cinema de Itabaiana por sua trajetória como cineasta, diretora de fotografia, pesquisadora e professora.
Sinopse: Helena, 23 anos, é pega de surpresa quando descobre uma gravidez indesejada. A angústia de carregar o feto é intensificada pelo peso moral e religioso de realizar o aborto em um país onde a prática não é legalizada. Com planos e sonhos para sua vida, Helena passa a viver uma corrida contra o tempo-limite na busca por uma solução que a cada instante parece estar mais distante. Durante o processo Helena encontra figuras de amparo personificadas em Isa, sua irmã, e nas vozes de outras mulheres que a encontram e confortam nessa jornada que atravessa sensações de medo, angústia e alívio.
Ficha Técnica: Direção e Roteiro – Fannie Guimarães; 1º Assistente de Direção – Ângelo Antônio; Direção de Fotografia – Kíria “Kiris” Carvalho; 1º Assistente de Direção de Fotografia – Monise “Mony” Mendonça; 2º Assistente de Direção de Fotografia – Allan “Somb” Costa; Direção de Arte – Nahiara Baddini; Assistente de Direção de Arte – Renan “Ali” Alisson; Som Direto – João “Teko Shawty” Marcus; Assistente de Som Direto – Edson “Ed” Adriano; Montagem – Eduardo “DVDS” Santos; Trilha Sonora – João “Teko Shawty” Marcus; Guitarras adicionais – Lucas “Duck” Santos; Mixagem – João “Teko Shawty” Marcus; Preparadora de Elenco – Andrielle Alcântara; Produção – Gabriela “Gabi” Melo; Still – Esdras Amaro. Elenco: Letícia Franco como Helena, Caroline Passos como Isa e Fabíola Santos como Sandra.
Bio da Direção: Fannie Guimarães é formada em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal de Sergipe. Atuou como diretora de arte em “O Armário de Gisélia” e “Coágulos”, além de ter sido assistente de arte em “A Minha Saudade num Retrato Eu Guardei”; e 1ª assistente de fotografia em “Beira-mar”. Também integrou a equipe de “A Live”; como 2ª assistente de direção. “Ruptura” é seu primeiro filme como diretora e roteirista.
Sinopse: Este filme é um convite a ouvir sobre experiências maternas, estas que são fundamentais para a manutenção da vida e também são constantemente invisibilizadas pelos julgamentos e cobranças sociais.
Ficha Técnica: Direção – Luciana Oliveira e Manoela Veloso Passos; Captação e coord. de pós – Luciana Oliveira; Captação e Montagem – Manoela Veloso Passos; Captação de som adicional – Jéssica Maria Araújo; Trilha sonora – Janaína Vasconcelos; Música (créditos) – Meu grão, de Táia; Desenho de som – Adam Lucas Viana; Design – Germana Araújo Gonçalves; Texto de apoio – Ayalla Anjos; Tradução para Libras: Intérprete – Renata Macario; Captação de vídeo – Tatiana de Barros; Consultoria – Paula Weiss; Audiodescrição – Marcos Borrelli; Consultor de audiodescrição – Daniel Massaneiro; Legendas descritivas – Marcos Borrelli; Acessibilidade audiovisual – www.videoeye.com.br; Legendas em inglês – Marcos Liberato; Legendas em espanhol – Rosana Guillen; Legendas em alemão – Aline Ferreira; Elenco: Fernanda Almeida; Marise Urbano; Pilar Guido; Nah Donato; Diane Veloso; Lorena Camargos e Tatiane Costa.
Bio da Direção: Luciana Oliveira – Cineasta e pesquisadora. Mestra em Cinema e Narrativas Sociais e doutoranda em Sociologia (UFS). É co-idealizadora e diretora geral da EGBE – Mostra de Cinema Negro e cineclubista no Cineclube Candeeiro. É também associada a APAN, integra o Fórum Permanente Audiovisual Sergipe e é sócia na Rolimã Filmes, onde atua como diretora e figurinista. Finalista no projeto “Narrativas Negras não contadas”, desenvolvido pela Warner Bros. Brasil em parceria com a WIP Ventures em 2024. Selecionada no Fundo de Desenvolvimento e Pesquisa William Greaves 2024-2025.
Manoela Veloso Passos – Nascida e criada em Aracaju-SE, começou a se envolver com o fazer cultural no estado ao ingressar na graduação em Audiovisual na UFS. Atua desde então em diversas áreas, como produção, montagem, fotografia, assistência de direção e direção em audiovisual. Em 2016, sua forma de atuar mudou, pois passou a criar também uma criança com fibrose cística, com a qual aprende diariamente novas formas de lidar consigo, com o audiovisual e com o mundo. Em 2023 concluiu o mestrado interdisciplinar em cinema com a dissertação “Cinema de mulheres em Sergipe: mapeamento de filmes e trajetórias de cineastas (1974-2023)” pela qual recebeu Menção Honrosa no Prêmio Socine de Teses e Dissertações.
Sinopse: Em meio às lembranças de seu amado Leonilson, Nara entrega seu corpo ao oceano em um mergulho silencioso, carregando a memória das mulheres que vieram antes dela. Guiada por afetos, perdas e heranças ancestrais, ela se funde às águas de Iemanjá em um gesto de despedida e transformação, costurando silêncio, luto e pertencimento em um manto poético que se dissolve no oceano.
Ficha Técnica: Produção, Roteiro e Direção – Nahiara Baddini; Produção e 1ª Assistência de Direção – Luana Campos; Produção e Direção de Fotografia – Lwidge de Oliveira; Direção de Arte – Kamilly; Trilha Sonora, Direção e Mixagem de Som – Edhen Kuhnen; Som Direto – Vinicius Nascimento; Produção e Produção de Elenco – Emilly Alves; Preparação de Elenco – Letícia Franco; Montagem – Lwidge de Oliveira; Still – Emilly Alves; Trilha Sonora – Íris da Selva.
Bio da Direção: Nahiara Baddini é diretora, montadora e diretora de arte formada em Cinema e Audiovisual pela UFS, com passagem pela UFPel em Artes Visuais. Produziu curtas-metragens, videoclipes e vídeos institucionais. Integrante do Coletivo Temos Um Ponto, produziu no circuito universitário e teve curtas selecionados e premiados em festivais nacionais, como em Taquary (PE) e no Curta-se (SE).