Sinopse: A história de Tetê, uma teta cheia de leite, e Jojô, um bebê que ama mamar o tempo todo. Mas o tempo passa e as coisas precisam mudar na vida dos dois. Um filme baseado no livro infantil A viagem de Tetê, escrito pela diretora. Jojô, um menino de 6 anos, narra a história de sua relação com Tetê, o peito que o amamentou durante dois anos, e que ele carinhosamente chama de Tetê. Ela, depois deste tempo, decide viajar e assim começa o processo de desmame, de forma gentil e respeitosa.
Ficha Técnica: Direção e Roteiro – Betânia Furtado; Direção de animação – Alexandre Linck; Direção de arte e ilustrações – Andrea Martau; Produção Executiva – Geraldo Borowski; Elenco – Angelina Barbosa e Melissa Arievo; Animação 3D e Full frames – Alexandre Linck; Animação 2D Cutout – Luah Garcia e Tiago Grigor; Colorização de personagem – Luah Garcia, Tiago Grigor e Alexandre Linck; Storyboard, animatic e fotografia – Alexandre Linck; Rigging e assistência de finalização – Tiago Grigor; Música original – Pedro Curvello; Trilha sonora, Desenho de som e mixagem – Bonanza Lab e Modesto Music; Montagem – Alexandre Linck e Betânia Furtado; Finalização – Alexandre Linck, Fernando Nipper, Luiz Gabriel e Fátima Montenegro; Design Gráfico – Carol Furtado; Edição de texto e tradução inglês – Gabriel Furtado; Acessibilidade PcD e legendas – CPL Soluções em Acessibilidade; Master DCP: Maruyama Imagem; Distribuidora parceira: TOTI PRODUÇÕES
Bio da direção: Betânia Furtado trabalha há mais de 20 anos com cinema e televisão. Dirigiu Histórias da Gente Brasileira (26 episódios, Canal Curta- Giros/2024); Leopoldina (Telefilme, Canal Curta- Giros/2023); Resistência, curta ACNUR-REC (Melhor documentário no São Paulo Film Festival); Fome de quê? (Discovery H&H); a série Amor de Cozinha (canal Futura); A princesa do coração Gelado (AnimaTVe) e VENTO, uma das cinco melhores animações brasileiras no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro.
Sinopse: Uma jovem Kaingang começa a ter pesadelos recorrentes com uma planta misteriosa e suas marcas tribais. Criada distante das tradições de seu povo, ela sente que esses sonhos carregam um chamado. Enquanto sua mãe enfrenta um problema de visão sem encontrar cura nos remédios convencionais, a jovem vai buscar respostas com sua avó, que a incentiva a seguir os sinais do sonho. Juntas, elas partem em direção a Kujà Gah Té, uma sábia liderança espiritual do povo Kaingang. Em uma jornada de descoberta, cura e reencontro com suas raízes, a jovem precisará decifrar o significado dos sonhos e da planta para curar sua mãe e se reencontrar sua verdadeira identidade.
Ficha Técnica: Direção – Viviane Jag Fej Farias e Amallia Brandolff; Roteiro – Iracema Gãh Té Nascimento, Ana Elisa de Castro Freitas e Fernando Costa Gomes; Produção – Juliane Fraga Ferreira; Produção Executiva – Amallia Brandolff; Elenco – Marcielly Fuá Salvador, Damiani Emi Vicente, Iracema Gãh Té Nascimento, Juliana Ven; Fej Lopes, Estefani S. Lopes, Marlene Jog Gri Salvador e Marcio Kakupry Salvador; Direção de Fotografia – Stephany Florêncio; Direção de Arte – Juliane Fraga Ferreira; Trilha Musical – Goj Tej Goj Ror – As Águas são nossas Irmãs e Vozes – Marcelo Cougo; Montagem – Raphael Cordeiro; Desenho de Som – Gustavo Türck.
Bio da direção: A direção do curta é compartilhada entre uma cineasta Kaingang e uma não indígena. Viviane Farias atuou em A Araucária e a Gralha Azul, escreveu Ti Si Fag Vajan e traduziu Fag Kar Segso Tánh. Amallia Brandolff dirigiu O Armário Interior, é cineclubista e idealizadora do Festival Saira Encantada.
Sinopse: Numa vila de pescadores, um menino tem que encontrar maneiras de lidar com a perda de seu querido avô.
Ficha Técnica: Escrito e dirigido por Mariana Elisabetsky; Produção Executiva – Flávia Luz e Mariana Elisabetsky; Produção de Linha – Mariana Elisabetsky; Produção – J. Luiz Bellas Jr.; Consultoria de Produção – Duda Porto de Souza; Design de Personagens – J. Luiz Bellas Jr., Marcella Tamayo, Marcio Perrella Jr.; Direção de Arte e Cenários – Giulia Biazus, Marcella Tamayo; Assistência de Arte – Carolina Mie, Diego Silva, Melissa Sartor; Board e Animatic – Thaly Tamura, Carolina Mie, Tatiana Miranda; Rigging – Kevin de Aguiar; Direção de Animação – Alena Miklos; Animação – Alena Miklos, Gustavo Mochiuti, J. Luiz Bellas Jr, Rafael Orc, Rayan Martins; Com a colaboração de: Fernando Damaceno, Henrique Bellas, Marcio Perrella Jr., Maria Helena Weschollek de Oliveira; Direção de Voz – Luciana Ramanzini; Casting de Voz – Luciana Ramanzini e Mariana Elisabetsky; Atores de Voz – Guilherme Sant’Anna (Seu Vô), Benin Ayo (Mundinho), Rihanna Barbosa (Eternidade), Luciana Ramanzini (Mãe e Dona Finólia), Marco França (Vizinho 1), Halei Reimbrant (Pai e Vizinho 2); Trilha Sonora – Marco França; Sonorização e Mixagem – Amazing Sound (João Caserta, Tiago Valverde e André Soares); Percussão – Daniel Alfaro; Pós Produção – Renata Rocha, J. Luiz Bellas Jr.; Pacote Gráfico – Bia Côrtes; Audiodescrição – Helena Fruet; Tradução em Libras – Mirian Caxilé; Making Of – Halei Reimbrant; Legendas – Adriana Pio Borges, Daniela Bortz, Duda Porto, Marcela Senise, Roberto Elisabetsky; Consultoria Psicopedagógica – Karla Andrade e Simone Lisniowski; Controller – Claudia Mussi
Bio da direção: Mariana Elisabetsky tem uma carreira de trinta anos que envolve atividades de atriz, cantora, apresentadora de TV, roteirista e versionista/tradutora de teatro musical, séries de tv e cinema.
Sinopse: No interior da Bahia, na Chapada Diamantina, a matriarca Dona Menina há 11 anos prepara e distribui o caruru de Cosme e Damião para a sua comunidade, em promessa feita aos santos meninos pelo nascimento dos seus netos, Pedro e Joana.
Ficha Técnica: Roteiro e Direção – Kallyane Nery; Produção Executiva – Vitor dos Santos; Direção de Produção – Iago Aquino; Elenco: Laurita Neves é Dona Menina; Victória Alves é Joana; Victor Alves é Pedro; Biris da Chapada é Marcos; Dalviane dos Santos é Filha de Dona Menina; Gabriel dos Santos é Filho de Dona Menina; Geisa dos Santos é Filha de Dona Menina; Tassiano Araújo é Sebastião; Clarissy da Silva é Prima de Pedro e Joana; Ryan Felipe Santos é Primo de Pedro e Joana; Guilherme Alves é Amigo de Pedro e Joana; Participações Especiais: Terno de Reis de Tonho de Lau da Cajazeira; Nerisvaldo Sobrinho; Pecebes Rabelo; Piau; Comunidade de Lagoa seca, Iraquara; Produção – Iago Aquino, Kallyane Nery e Vitor dos Santos; Assistente de Produção – Júlio Teles; Diretora de Fotografia – Bárbara Lima; Assistente de Fotografia – Raiane Jardim; Diretor de Som – Thiago Machado; Técnico de Som – Bruno Souza; Diretora de Arte – Driamantina; Assistente de Arte – Danielly Nery; Preparadora de Elenco – Maria Clara Barbosa; Still – Mamirawá; Montador – João Ernandes; Colorização – João Ernandes; Mixagem – Thiago Machado; Produção Local – Nerinha Nery e Douglas Nery; Assessora de Comunicação – Ananda Azevedo; Designer – Raul Lima; Making off & Bastidores – Aliel Barboza; Em lembrança: Erê de Oxalá, Pombinho; Erê de Nanã, Joaninha; Agradecimentos: Pai Carlos do Ilê Axé Ajagun , Conect Internet, Escola Julião, Núbia Barbosa, Socorro Anjos, Bruno Fonseca, Alessandra Alves, Valdenice de Jesus, Tassiano Araújo, Stefany Matos, Jonatan Souza, Rosimeire Barbosa, Araci e Raimundo Rodrigues.
Bio da direção: Kallyane Nery é multiartista, cineasta e fotógrafa, Kallyane Nery tem 22 anos e trabalha com audiovisual há quatro. Nos multimeios em que atua, seu foco é construir trabalhos que valorizem seu território de identidade, a Chapada Diamantina.
Sinopse: Depois de ter segurado o choro por tempo demais, os olhos de Elizabeth estão secos. Em casa, ela conta o que está acontecendo para a estranha menina que vive com ela. A criança então inventa uma máquina para salvá-la.
Ficha Técnica: Direção e Roteiro – Giulia Butler; Estrelando – Betty Faria e Nina Dahmer; Produção – Fernanda Conde e Giulia Butler; Direção de Fotografia – Gabriel Guimarães; Direção de Arte – Lucas Maia e Paloma Tavarone; Figurino – Yohanna Oliveira; Montagem – Fernanda Yasmim; Trilha Musical – Gabi Martins; Som Direto – Leon França; Mixagem e Edição de Som – Leon França; Animação – Lucas Maia.
Bio da direção: Giulia Butler é bacharel em Cinema pela PUC-RJ. “Como Chorar Sem Derreter” é o seu primeiro trabalho como diretora. Foi assistente de direção em longa-metragens. No cinema universitário explorou várias áreas.
Sinopse: Pupá mora em Acari/RN, onde sua presença originária marcante é sinônimo de alegria e liberdade. No dia a dia, ela se divide entre trabalhos domésticos, o ofício de cambista e a criação de lambedores, aos finais de semana Pupá deixa os afazeres e encontra nas serestas e rios o espaço onde reafirma o direito de viver sua própria autonomia.
Ficha Técnica: Direção – Osani; Roteiro – Osani e Pupá; Produção – Osani e Maria Brito; Direção de Fotografia e Câmera – Osani; Direção de Arte: Osani e Pupá; Edição e Montagem – Alex Macedo; Designer e Capa – Consuelo Véa Coroca; Legendagem – Vitoria Um Milhão; Fotografia Still – Maria Brito.
Bio da direção: Osani é fotógrafe e realizador audiovisual. Natural do Seridó Potiguar, concentra suas pesquisas visuais na documentação do cotidiano local. Atualmente, cursa Comunicação Social – Audiovisual (UFRN). Dirigiu os curtas Morada (2021), Banheiro dos Campeões (2024), Pupá (2024) e memória trêsporquatro (2024).
Sinopse: Quando Majú – a irmã mais velha de Marieta – completa 12 anos, começa a agir de maneira estranha. Enquanto a mãe parece não perceber, cabe à pequena Marieta tentar entender o que está acontecendo. O que ela vai descobrir é que crescer pode ser a mais misteriosa das transformações.
Ficha Técnica: Direção, Roteiro e Produção Executiva – Nahara Faissú; Direção de Produção – Pamela Prieto; Assistência de Direção – Mariana Conte; Direção de Fotografia – Giovani Gasparetto; Câmera – Giovani Gasparetto & Victor Hugo Martins; Som Direto – Taynah Amaro; Montagem, Cor e Finalização – Victor Hugo Martins; Trilha Sonora Original – Vitor Machado & Gabriel Scavacini; Desenho de Som/ Mixagem – Vitor Machado & Gabriel Scavacini; Direção de Arte – Lua Castilho & Oliv Barros; Figurino – Maria Vaz Freire; Maquiagem e Caracterização – Raphaella Gomez, Paula Mitunari e Daniela Gonc; Still/ Making of – Fernanda Mulle; Elenco: Sophia Marques (Marieta), Sarah Vitória (Maju), Marcela Sabá (Mãe) e Luana Miyuki (Cibelle).
Bio da direção: Nahara Faissú é produtora, roteirista e diretora formada em Cinema e Audiovisual. Com uma trajetória que transita entre publicidade, cinema e reality shows, iniciou sua carreira com o curta “Matrioska” (2015), premiado em festivais. Desde então, produziu campanhas para marcas como Wickbold, Ford e O Boticário, além do reality Menos é Demais (Discovery Home & Health, 2022). Também assinou a produção do longa Remanence – A Voltage Cosmic Horror e do documentário Iroko. Em 2024, estreou na direção com o curta infantil Moça, contemplado pelo edital Curta Criança (MINC), e fundou a Pequeno Filme, produtora voltada a projetos de pequeno formato. Atualmente, desenvolve o documentário “Conjunto”, sobre a origem da COHAB 2, em Itaquera.
Sinopse: Mães é um curta documental que retrata a jornada de casais de mulheres lésbicas que buscaram o sonho da maternidade. Através de relatos, o filme explora os desafios técnicos, legais e emocionais que essas mulheres enfrentaram ao decidirem se tornar mães.
Ficha Técnica: Produção Executiva – Helena Claro; Roteiro – Bruna Aguiar; Direção – Bruna Aguiar; Assistente De Pesquisa – Rafaela Lopes; Coordenação De Produção – Helena Claro; Assistente De Produção – Rafaela Lopes; Direção De Fotografia – Giulia Donato; 1ª Assistente De Câmera – Hillary Finizola; 2ª Assistente De Câmera / Logger – Hanna Beatriz; Captador De Som Direto – Anne Santos, Irla Franco e Rubinei; Motorista – Gerson Adriano Da Silva Sousa; Controller – Carolina Rodriguez; Edição – Gabi Paschoal; Assistente De Edição – Talita Nascimento; Desenho De Som – Gabi Paschoal; Trilha Sonora Original – Ruben Jacobina; Edição e Mixagem De Som – Raquel Lazaro; Designer – Malu Cerqueira; Videografismo – Malu Cerqueira; Correção De Cor – Malu Cerqueira; Elenco: Valquiria Henriques, Livianne Lobato, Paula Castro, Danielle Barretto, Flávia Marques, Vânia Cunha, Lindomar Darós, Cristina Marque.
Bio da direção: Bruna Aguiar é roteirista, produtora e pós-graduada em Produção Audiovisual.Teve o início da trajetória no audiovisual no ano de 2019 pelo Cinema Nosso e Escola de Cinema Darcy Ribeiro. Atuou em salas de roteiro e produção para séries e filmes nas produtoras Jabuti Filmes, Camisa Listrada, Conspiração Filmes, entre outros. Atualmente está finalizando seu primeiro curta-metragem onde roteirizou e dirigiu.
Sinopse: Em meio à destruição causada pela especulação imobiliária, uma mulher solitária percorre o trajeto de suas próprias ruínas. Ao explorar escombros físicos e emocionais, encontra uma figura enigmática que a desafia a confrontar seus demônios internos e algo além da sua própria sobrevivência.
Ficha Técnica: Direção – Helena Antunes; Roteiro – Helena Antunes e Vanessa Augusta Cortez; Produção Executiva e Controller – Sarah Wollermann; Direção de Fotografia – Evelyn Freitas; Montagem, Colorização e Finalização – Pipa Dantas, edt.; Direção de Arte – Ana Paola Ottoni; Direção de Produção – Haylene Dantas; Figurino – Rosângela Dantas; Som Direto – Gustavo Guedes; Maquinária e Elétrica – François Alves; Preparação de Elenco – Márcia Lohss; Assistente de Direção – Danilo Guanabara; Assistente de Câmera – Julia Donati; Assistente de Maquinária – Welton; Assistente de Produção – Diniz; Microfonista – Gislanne Dantas; Contrarregra – Rafael Telles; Estagiária de Arte – Sophia Cabral; Logger – Deborah Cordeiro; Fotografia Still e Making Of – Beatriz Azevedo; Storymaker – Carla Mendes; Drone – Renato Silva; Desenho de Som e Mixagem – Ricardo Felix; Designer – Isa Graça; Design Gráfico – Arthur Carvalho e Ysmael Ventura; Trilha Sonora – Adriano Pytyguary, Tiquinha Rodrigues, Pipa Dantas e Zam Áudio Pro; Tradução (Inglês) – Julia Sena; Tradução (Espanhol) – Pipa Dantas; Acessibilidade – Dialógica Acessibilidade; Distribuição – casaquatroseis; Elenco: Célia Melo (Cida), Vivian Thayná (Criança), Mestre Ginga (Pai), Vânia Maria (Soraia), Alex Cordeiro (Agente da Prefeitura), Weverton Nascimento (Blogueiro).
Bio da direção: Helena Antunes é roteirista, diretora e pesquisadora, com uma trajetória que integra cinema e antropologia. Suas obras reverberam temas como identidade, território e memória, com um olhar atento às complexidades psicológicas que envolvem seus personagens. “Trajeto do Desmoronamento” marca sua estreia na ficção como diretora e roteirista. Atualmente, desenvolve seu segundo curta-metragem, “Estação Caatinga”.
Sinopse: O documentário apresenta a visão de personagens em processo de retomada com sua identidade e ascendência indígena, expressando-se por meio de intervenções artísticas, poesia e música.
Ficha Técnica: Entrevistados – Karol Kaisá e Wescritor ; Argumento – Criado coletivamente pelos participantes das Oficinas Querô 1°ano – 2024; Roteiro e Direção – Abel G e Mari Compasso; Assistência de Direção – Julia do Vale e Luca Gil Perez; Produção – Gabriel Meirelles, Henry Alexandre e Sophia Stahl; Direção de Fotografia – Ryan Maciel e Vitoria Rosa; Assistência de Fotografia – Leonardo Pinheiro Garcia; Som – Bruno Prado da Silva e Rosemeire Nascimento Gomes; Foto Still e Making Of – Leal Lage; Montagem – Arthur Lotto; Finalização de Cor – Gabriel Guidolin; Finalização de Som – Gabriel Guidolin; Design de Créditos – Nelson Augusto; Trilha Sonora Original – “Grito Ancestral”, por Wescritor e produção de Riza Penjoel; “Do Brazil”, por Cobuz e Bustta (Licença de Artlist); “Mighty – No Backing Vocals”, por Shekel Beats (Licença de Artlist); “Arjun”, “Canto Delle Sciacalle”, “Festa Nella Savana”, “Hunting Dance”, “Il Risveglio”, “Rito di Guarigione”, por Cesare Pastanella (Licença de Artlist).
Bio da direção: Abel Gomes, 18 anos. Formado no instituto Querô e realizou o documentário como um dos diretores do filme “Reencontro Ancestral”, desenvolvendo argumento e inserts junto com a Maria Rita. Um pequeno jovem trans que aspira diversas áreas artísticas da vida, experimentando tudo que estiver ao seu alcance.
Maria Compasso, 18 anos. Foi Capacitada nas oficinas de primeiro ano do Instituto Querô onde teve a oportunidade de assinar a direção em “Reencontro Ancestral”. Segue explorando novas narrativas e formas de expressão no cinema.